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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Patrulha Ambiental capacita-se e busca parceria na capital do Estado (Recife)

Integrantes da Patrulha Ambiental estiveram na capital Recife, nos dias 05 e 06/10 procurando parcerias e participando de uma capacitação de manejo e contenção de animais silvestres no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas Tangara), da CPRH, em Aldeia.
Os monitores do treinamento foram os Biólogos Yuri Valença e Tatiana Clericuzi, e a veterinária Natália Costa..
Durante o treinamento foi observado que o centro recebe animais diariamente, muitas vezes apreendidos ou de doação voluntária, e esses animais chegam feridos, desnutridos ou mutilados e precisam passar por tratamento médico até estarem aptos a voltar à natureza.
O principal objetivo da Patrulha Ambiental Itinerante é o desenvolvimento de ações em defesa do meio ambiente e no desencadear dos trabalhos a ONG vem recebendo pedidos frequentes da população quanto à formação de uma equipe que possa realizar a captura de animais silvestres em situação de risco, no entanto, o trabalho de captura desses animais deve ser realizado por pessoas aptas e treinadas para este fim e os integrantes desta ONG se propuseram a buscar o devido treinamento e formação para atuarem nessas situações, atendendo assim as necessidades da região.
A Patrulha Ambiental buscou contatos com agentes do Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas - CPRH) que se prontificaram a dar todo treinamento necessário, no que se refere ao tema, aos integrantes da Patrulha, sendo que o referido treinamento teve que ser realizado na sede daquele órgão no Recife, com duração de no mínimo um (01) dia.

Aproveitando a oportunidade os agentes anteciparam a viagem para buscar contato com algumas instituições e profissionais de áreas relacionadas à preservação e conscientização ambiental e entre esses profissionais, contatamos a Paleontóloga Alcina Barreto e com o também paleontólogo Rudah Duque, no Centro de Tecnologia e Geociências da UFPE, onde nos reunimos e alinhamos diálogos promissores em busca de futuras parcerias em relação ao trabalho com fosseis na região do Araripe (PE e CE), lembrando que os fósseis fazem parte da identidade do lugar em que foram encontrados e por isso são considerados pelas leis brasileiras, como Patrimônio Cultural e Natural da Nação.
Foi também realizada uma visita à sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) para a reiteração do oficio enviado àquela instituição formalizando o pedido de fiel depositário ou de doação (Fiel depositário é a atribuição dada a alguém para guardar um bem durante um processo judicial, e está prevista no inciso IV, artigo 665, do Código de Processo Civil) de um veículo para os trabalhos desenvolvidos pela Patrulha Ambiental, tais como coleta de sementes, busca de material para o plantio de espécies nativas em seu viveiro (esterco, barro e área) mostrando a real necessidade deste veículo para esta ONG.
A Patrulha ambiental tem como principal missão cooperar como organismo de informação para o conhecimento da biodiversidade do Bioma Caatinga, na proteção e recuperação, no desenvolvimento de projetos de tecnologias e da educação ambiental para a conservação e sustentabilidade do Meio Ambiente.
Sendo uma organização atuante na proteção e recuperação e na busca constante da conservação e sustentabilidade do Meio Ambiente da Região do Araripe.

O deslocamento dos integrantes demandou despesas de passagem, hospedagem, e translado na capital, que foram custeados pelos seguintes parceiros e colaboradores:









 Kalleb Oliveira - Analista Sócio-Ambiental

Fotos: Patrulha Ambiental

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Rinha de briga de galos desarticulada em Araripina – PE

Uma equipe da Polícia Militar realizava rondas nas proximidades da cidade de Araripina, sertão de Pernambuco, no último domingo (01/10/2017), quando receberam uma denúncia de que no sítio Santo Antônio estava ocorrendo uma rinha de briga de galos, onde de imediato a equipe se dirigiu até o local e constatou a veracidade dos fatos.



Nas imediações do sítio havia uma espécie de ringue onde as aves eram colocadas para lutar até a morte. Também foram encontrados tablados, viveiros, esporas de aço que eram colocadas nos galos para que ferissem mortalmente os rivais. Cerca de 10 aves foram apreendidas – muitas apresentavam sinais de maus-tratos.
Foram conduzidas até a delegacia 07 pessoas envolvidas na ocorrência onde foram ouvidos e liberados, ficando posteriormente de se apresentarem à autoridade judicial, caso o Poder Judiciário acate o Termo Circunstancial de Ocorrência. 
Segundo o agente da Patrulha Ambiental, estas pessoas submetem os animais a uma grande crueldade, tanto na briga de galo em si, como também na sua criação, pois a ave passa por enorme estresse em seu treinamento e recebe em alguns casos, grande carga de anabolizantes. Sem contar o local onde ficam, que são pequenas gaiolas, onde mal podem se mexer.
Foi elaborado um termo de doação, onde a Patrulha Ambiental ficou responsável pelos animais, encaminhando-os para um local adequado e posteriormente sua destinação final, dentro das normas estabelecidas pelos órgãos fiscalizadores. 
Acrescentando ainda, que essa pratica é considerada crime ambiental, como pode ser observado nas linhas abaixo:

A Lei 9.605/98 relata o seguinte:

Em seu Art. 32. Redige-se o seguinte: Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Já em seu Art. 2º  - Quem, de qualquer forma, concorre para a prática dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade, bem como o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou mandatário de pessoa jurídica, que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la.
Parágrafo único. A responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras, co-autoras ou partícipes do mesmo fato.
As diligências continuarão a acontecer na região para coibir esses crimes ocorridos e muitas vezes aceitos e compartilhados por parte da população.

Fonte: Delegacia de Polícia de Araripina - PE
Foto: Patrulha Ambiental
Imagens: Google

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Crimes ambientais - PRF deflagra operação na Serra da Capivara - PI

A Polícia Rodoviária Federal, juntamente com a Polícia Militar do Piauí e Servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), participaram no período de 9 a 12 de setembro, de Operação de Combate aos Crimes Ambientais no Parque Nacional da Serra da Capivara, nos municípios piauienses de São Raimundo Nonato, Coronel José Dias, João Costa e São João do Piauí.

No período foram flagrados diversos indivíduos realizando caça de animais silvestres, os quais responderão as penas previstas na Legislação Ambiental, foi realizada também a prisão de um indivíduo em posse de 150 gramas de cocaína, quando trafegava em um veículo na Rodovia PI-140, além da apreensão de uma espingarda de caça. 



Blog do Flávio Galdino / Agência FG Notícias
Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Dia da Árvore, Patrulha Ambiental realiza doação de Moringa Oleífera em parceria com a empresa Contour Global

Aconteceu sábado (16/09) no Complexo Eólico Chapada do Piauí uma campanha de doação da árvore milagrosa, a Moringa Oleífera com uma equipe da Patrulha Ambiental e o representante da empresa Contour Global o Analista Socioambiental Kalleb Oliveira, o evento foi uma comemoração antecipada do dia da árvore (21/09).

Além da data comemorativa, (que deveria ser o ano todo) a intenção foi divulgar os benefícios dessa árvore e a importância de estar incentivando o plantio da moringa e outras espécies nativas em nossa região.
Se tem uma árvore que você deveria plantar no seu quintal é a moringa. Pelo menos, é o que garantem pesquisadores de todo o mundo. Alvo de estudos em várias partes do planeta, a espécie, originária da Ásia e da África, é apontada como promessa para o combate à fome.
O vegetal cresce em áreas semiáridas tropicais e subtropicais. A planta traz uma série de benefícios, tanto para saúde e nutrição, quanto para economia e meio ambiente. Se cada família que habita os trópicos tivesse uma árvore de moringa plantada no quintal de casa, haveria menos fome e desnutrição no mundo.
Seus galhos são carregados de pequenas folhinhas verdes que são incrivelmente nutritivas. A planta se adapta bem em regiões de difícil proliferação de vegetais, em locais muito quentes e muito secos. Além disso, o alimento supre necessidades básicas, fornece energia e mantém os corpos nutridos. Na África e nas Filipinas, muitas famílias plantam uma árvore de moringa em seus quintais para garantir uso para consumo próprio. Todas as partes da planta são utilizáveis. Folhas, vagens verdes, flores e sementes têm rico valor alimentar, e todas as partes da planta, incluindo raízes, têm uso medicinal.
De acordo com o instituto Trata Brasil,seis milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada. Por isso, a expansão da moringa no território brasileiro é essencial.
Três sementes purificam cerca de um litro de água. O ideal é utilizar sementes colhidas recentemente para o tratamento de água. O tempo ideal de decantação da água é de 90 minutos. Quanto maior o tempo e repouso, maior a quantidade de partículas irão se acumular no fundo do recipiente. Após esse processo a água precisa ser filtrada, coar com um pano já faz esse trabalho. Coar é muito importante pois o material orgânico decantado inicia um processo de decomposição após o tratamento.
Ficou impressionado? Pois tem mais: a planta ainda tem, em sua composição, aminoácidos essenciais (aqueles que precisamos ingerir, porque o corpo humano não produz) e possui propriedades medicinais –que podem curar de dor de estômago a malária.
No sudoeste Senegal, no período de 1997 a 1998, pesquisadores ensinaram a receita a clínicas locais, médicos e enfermeiras, para salvar crianças, mulheres grávidas ou amamentando da morte por desnutrição. As mães foram orientadas a ingerir esse pó nas refeições para produzir mais leite durante o período de amamentação.
A moringa é tão poderosa que está conseguindo afastar o fantasma da subnutrição do sul da Etiópia. E não é só isso! A planta ainda é capaz de despoluir a água. Segundo testes de laboratório feitos por pesquisadores do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Minas Gerais, a espécie pode remover até 99% dos resíduos presentes na água.

Fotos: Patrulha Ambiental

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Patrulha Ambiental participa de reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Araripina - PE

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Araripina, se reuniu (15/09), como é de costume, para traçar metas para seu trabalho junto as associações que tem a finalidade de atuar junto às políticas públicas da área rural e da questão ambiental, sendo esse último, o foi um dos motivos que a Patrulha Ambiental fora convidada para o evento, onde mostrou a forma de desenvolvimento dos trabalhos e projetos em curso.


Os Planos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (PMDRs) constituem instrumentos fundamentais, utilizados pelos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural (CMDRs), integrando ações de assistência técnica, pesquisa, treinamento e infra-estrutura, de forma descentralizada. Dada a respectiva importância para o setor rural, demonstrada ao longo dos anos, os planos passaram a ser obrigatórios a partir da promulgação da Constituição Federal (BRASIL, 1988).
Na reunião foi abordado alguns assuntos, como: algumas particularidades do município, as funções do conselho, suas dificuldades e facilidades, as formas de participação dos produtores em nível local, contribuíram para identificar o papel do conselho no processo de desenvolvimento sustentável no município.
Os dados do perfil dos conselheiros são obtidos através dos representantes do conselho. Procura-se sempre alcançar características como, nível de escolaridade e de organização, entre outras, que mostrem, dentro do possível, as particularidades dos conselheiros no exercício de suas funções. 
Ao termino das observações e explicações elencadas pela Patrulha Ambiental, foram realizados os agradecimentos e os representantes da ONG, disponibilizando os trabalhos para as associações, ficando as mesmas de fortalecer essa união entre as entidades.


Fonte: PAPEL DO CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL: a experiência de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo
Fotos: Patrulha Ambiental
Imagem: Google

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Patrulha Ambiental participa do Seminário do fogo na sede do Caatinga.

Integrantes do grupo da Patrulha Ambiental participaram nesta terça feira (12/09) na sede da ONG Caatinga na cidade de Ouricuri – PE, da elaboração de um plano de ação para tratar da prevenção e combate a incêndios florestais na Chapada do Araripe, que abrange os Estados do Ceará, Pernambuco e Piauí.

No evento estiveram presentes representantes de várias instituições como a ONG Caatinga que participou e cedeu o espaço para o debate, da APA Araripe, IPA, ICMBIo, FETAPE, CPRH Recife, SEMACE, AGACE, sindicatos, associações de toda a região e dos Estados do Ceará e Piauí.
Foi elaborado um documento durante o debate, que será repassado aos gestores municipais integrantes do Consórcio Intermunicipal do Sertão do Araripe Pernambucano (CISAPE), através do seu representante legal o senhor Marcelo Coelho, Secretário Executivo. 
A preocupação da maioria dos participantes é referente a criação de uma Brigada de Incêndio na região da APA Araripe, pois, diante da crescente onda de incêndios (2015/2016) que assusta moradores, autoridades e ambientalista, corre-se o risco de ocorrer um incêndio de grandes proporções e os brigadista a disposição não serem suficientes para sua contenção.
Outro problema grave nos incêndios que atingem a floresta é o impacto sobre o soldadinho-do-Araripe (Antilophia bokermanni), onde a principal ameaça de extinção desta espécie é a ocupação humana em áreas de florestas na Chapada do Araripe e os incêndios. Infelizmente, o Soldadinho do Araripe encontra-se em estado de perigo crítico de extinção.
Os dados levantados pelo ICMBio revelam que os incêndios florestais são 100% causados por imperícia, imprudência, negligência e dolo humanos. “Os incêndio são provocados, na maioria das vezes, com a queima de lixo e renovação de pastagem”.
Para resolver o problema, o instituto sugere que os proprietários rurais se comprometam com a defesa de suas propriedades e que as prefeituras das cidades que compõe a APA Araripe, formem suas brigadas de incêndio ou contratem bombeiros civis.
Adiantamos que o Governo de Pernambuco o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) em parceria com a Econsultoria Ambiental, realizaram um Curso de Prevenção e Combate a Incêndio na cidade de Ouricuri - PE, ministrado pelo IBAMA, onde se fizeram presentes representantes de várias cidades, como: Exú, Salgueiro, Ouricuri, Araripina, Santa Filomena, Serrita, Terra Nova, Afrânio, Moreilândia, Bodocó, Trindade, Parnamirim, Cedro, todas no Estado de Pernambuco e Jardim e Iguatu no Estado do Ceará, portanto existe uma mão de obra especializada, faltando tão somente o alinhamento com os gestores para formação desta brigada.


Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/cariri
Fotos: Patrulha Ambiental 
Foto: Francisco Monteiro
Imagem: Google

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Gestor Ambiental e suas atribuições

O gestor ambiental une os conhecimentos da área de administração aos conhecimentos mais variados dos campos das ciências do ambiente com o objetivo de elaborar programas e idealizar práticas que diminuam os impactos de algumas atividades humanas como por exemplo, os processos industriais.
Além disso, ele também planeja e gerencia projetos e estudos de impacto ambiental, sempre focando na sustentabilidade e na responsabilidade social empresarial.
Uma das principais áreas de atuação onde este profissional pode atuar é no planejamento e gestão de projetos em empresas de diferentes setores e indústrias, com destaque para as áreas de mineração, química, siderúrgica e celulose.
Além disso, as áreas de certificação, recuperação de áreas degradadas e elaboração de políticas públicas em órgãos de governo e entidades públicas na área ambiental também são muito promissoras neste ramo.
Dentre as muitas atividades desempenhadas por esse profissional, esta:

Elaborar projetos ambientais;

gerenciar implantação do sistema de gestão ambiental – SGA;

controlar emissões de poluentes;

gerir resíduos;

implantar projetos ambientais;

implementar procedimentos de remediação;

prestar consultoria, assistência e assessoria.



Na região do Araripe a Faculdade de Ciências Agrárias de Araripina (FACIAGRA) disponibiliza o curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental, onde já formou diversas turmas com alunos de vários estados, aplicando seus conhecimentos em alguns setores da economia, dando ênfase ao meio ambiente e a sustentabilidade. 

Os gestores ambientais podem trabalhar em empresas, atuando no planejamento e preparação para a obtenção de certificados, como o ISO 14000, em ONG’s que trabalham com a causa ambiental e também no setor público, desenvolvendo trabalhos sobre educação 
Um exemplo de ONG que desenvolve seus trabalhos com gestores ambientais em seu quadro de associados é a Patrulha Ambiental Itinerante, que têm uma missão muito importante na região, que é a de cooperar como organismo de informação para o conhecimento da biodiversidade do Bioma Caatinga, na proteção e recuperação, no desenvolvimento de projetos de tecnologias e da educação ambiental para a conservação e sustentabilidade do Meio Ambiente
Quando falamos do curso superior em Gestão Ambiental, existem duas modalidades: bacharelado e tecnologia. Os futuros profissionais e atuais estudantes devem buscar informações sobre o currículo de cada uma delas, para então decidir qual modalidade supre da melhor maneira as expectativas da sua formação.

Fonte: CBO
Fotos: Patrulha Ambiental
Imagens: Google